Projeto FBN


Referências de Terrorismo
23 de abril de 2009, 8:04 pm
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A canção Terrorismo tem umas referências bem interessantes, vejam vocês:

arma

aviao

cabeca

cachorro

chega

dor2

espaco

Sabelhelicoptero

palhaca

terror



Tropeços por Thiago Barbosa
23 de abril de 2009, 2:21 pm
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Aqui vai a  versão da música Tropeços, feita por Thiago Barbosa.

links para os tracks separados:

http://www.megaupload.com/?d=83NLWQ90

e para uma versão em mp3 mixada.

http://www.4shared.com/file/100687481/b73674/Tropecos_Remix_final.html

Confiram!

povounido



Luz, por David Menezes
22 de abril de 2009, 9:37 pm
Filed under: creative commons, tracks | Tags:

Todos os arquivos da track feita por David Menezes estão disponíveis no link https://rcpt.yousendit.com/677590468/ be8f1468a6b50a281fbdb8404dc59bec

Sintam-se à vontade!



Show no Pelourinho
22 de abril de 2009, 8:59 pm
Filed under: shows | Tags: ,

Daniel Mã em Salvador, Sábado, única apresentação! Free no Pelô!



Mã e o FBN project pelo Pelô

Daniel Mã, cantor e compositor baiano, após temporadas no sudeste, volta a sua terra natal para uma apresentação única – gratuita, interativa, integrando o projeto Pelourinho Cultural clamando o maior número de mentes abertas às suas composições sarcásticas e de humor refinado. Haverá a participação de Dão que acabou de lançar seu 1° CD no último sábado, Vania Dias e vozes de Manuela Rodrigues, Claudia Cunha e Sandra Simões que se apresentaram como  as 3 NA FOLIA no Carnaval de Salvador! Aumentando o clima carnavalesco, háverá ainda a presença da virtuosa guitarra baiana de Fred Menendez.

O FBN project é:


Cassio Nobre:             Guitarras, violas e vocais

Gilmário Celso:           Baixo, percussões e vocais

Leonardo Bittencourt:  Bateria, percussões e vocais

Unindo canções de seu segundo trabalho solo, O Fim da Bossa Nova (FBN), novas parcerias e clássicos do grupo Na Roda, do qual faz parte, ele promete trazer para o palco um pouco de sua inquietação criativa. Vai do protesto às letras de amor, passa pelo samba e termina com sua sonoridade típica, estilo único, que alia influências atemporais a modernas. Tudo atrelado ao conceito do FBN – expondo explicitamente, sem travas na língua, o que está encoberto por falsas aparências.


“A identidade, com toda sua complexidade mutante, é o que norteia a bússola provocativa deste novo trabalho. A promiscuidade conceitual que pariu a noção de si é, ao mesmo tempo, um esgotamento de um modelo de hipocrisia que já não cabe em si – como um casulo desossado e inerte, e também a formação de outras máscaras vindas da carne viva dos próprios rostos que não se reconhecem mais – porém passeiam livremente pela metamorfose como uma borboleta”

Quem quiser conferir o som pode acessar a vertente digital deste projeto que já conta com a colaboração de dezenas de produtores musicais que fagocitam simbióticamente cada uma das faixas já gravadas, devidamente licenciadas pelo Creative Commons.

Coerente com o conceito do show, o site www.daniel-ma.com.br abriga uma boa mostra da antropofagia-identitária-musical do Brasil.

Serviço: Daniel Mã e o FBN project no Pelourinho Cultural

Onde: Praça Tereza Batista - Pelourinho – Salvador

Quando: Sábado, dia 25 de Abril

Quanto: Entrada Franca

FBN Project (O Fim da Bossa Nova)

O conceito desse espetáculo está na mensagem de suas letras e músicas. Apresentar uma realidade arisca, porém mais consciente de si mesma, admitindo seus jogos, suas façanhas e fraquezas. O termo “bossa nova”, nesse contexto, surge como uma metáfora, significando o mundo do faz-de-conta onde tudo é belo.

O Fim da Bossa Nova representa o fim de “tentar ser o que não se é”. Fim do culto às aparências enganosas e idealistas que mascaram a verdade mais complexa e concreta. É o fim da tapeação de si mesmo. Nesse sentido, impele à desconstrução de ilusões e caricaturas que compõem a identidade brasileira.

O espetáculo O Fim da Bossa Nova apresenta uma coletânea das músicas mais intrépidas encabeçadas por Daniel Mã. O trabalho explicita a grande diferença entre uma visão idealista criada a partir de signos representativos de um conceito “Brazil” e a realidade do dia-a-dia de tantos brasileiros que lutam pela sobrevivência no “Brasil”. Faz isso através das letras das músicas que se aproximam do tom sarcástico, dotadas de um humor refinado e gracioso.



Produção:

Flávia Motta

Cel.: (71) 8755-3220


Assessoria de imprensa:

a l i n e . r i d o l f i
::::::::::::::::::::::::::::::

Cel.: (11) 9219-7606
Tel.: (11) 3644-9592

cartaz eletronico Mã.jpg



Tour 2008
9 de março de 2009, 2:40 pm
Filed under: Fotos | Tags:

fbn-s



O Coletivo
6 de março de 2009, 6:43 pm
Filed under: Uncategorized

O Coletivo é a construção de uma identidade hibridoartistica, não existe uma só referencia, nem uma pretensão obvia, o Coletive tende a
representar o momento expressivo de cada um dos integrantes, com isso eu me sinto muito mais envolvido como músico e como
compositor, e me sinto mais livre para produzir mais, sem uma cobrança estética.


Eu me sinto equilibrando a linha que traz elementos regionais e “importados” pro grupo. Representando bem as duas tendencias e construindo
um laço  de relação estética entre as vertentes no grupo.


A nossa expectativa é fazer com que o grupo tenha uma vida plena, própria e rica em todos os aspectos estéticos e artisticos. A idéia é produzir algo democraticamente pleno sempre.

Manoel Guimarães, conhecido no meio artístico como manecoMagnésio, formou-se em Artes Plásticas pela Escola de Belas Artes da Bahia, e isso levou-o a seguir diversos caminhos dentro da arte. Já no fim do curso se envolveu com música a ponte de repensar a carreira de artista plástico e partir a total dedicação a música. Com isso montou o Perebas  Rock em 1995 com intuito de levar para a música um discurso  sociopolitico e algumas questõe sque lhe incomodavam. Partindo disso resolveu se dedicar mais ao estudo da música e assim montou a banda CapitãoFoguete, na qual tinha uma proposta mais ampla, agregando sonoridades regionais com rock e outras vertentes sonoras. Pesquisou percussão a fundo, chegando a viajar para chapada diamantina para gravar grupos de música regional incluindo-os no primeiro lançamento da banda que chegou as lojas em 2002.

Com o passar do tempo foi-se envolvendo em produção musical e partiu para a produção dos eventos ligados aos seus proprios projetos e ainda trabalhando com outros artistas. Montou o Bar Anexo Cultural, com a intenção de agregar a uma casa de show a participação de artistas de rua, artistas de teatro e artistas plásticos. As performances se misturavam com os shows das bandas locais desenvolvendo uma nova identidade e democratizando o espaço para as mais diversas formas de expressões  artisticas.

Com a bagagem de produtor artistico e compositor mudou-se para São Paulo para trabalhar com design e se envolver com outro projeto, o Esmée Farquar  é um projeto onde maneco toca todos os instrumentos e compõem todas as faixas, além de arranjar e fazer a proidução no seu proprio estudio.

Rencontrando em São Paulo Daniel Mã, e compartilhando dos mesmos interesses artisticos que ele, foi convidado a participar do Coletivo para desenvolver os aspectos híbridos estéticos do grupo. Agregando sua ideias de desconstrução musical ao regionalismo e e as vertentes mais modernas da musica atual.

O Coletivo objetiva concretizar difusão e o registro da obra musical elaborada por seus membros.

Como o nome sugere, o ColetiV tem sua gênese na junção de músicos de diferentes estados que somam as mais variadas influências. Consiste em um projeto de longa data. Núcleo de pessoas que integram o grupo são parceiros na caminhada da efervescente cultura musical deste país. Cada um traz consigo uma bagagem inestimável de contribuições para a renovação da criatividade artística no brasil. A sólida estrada que cada um vem construindo felizmente gerou este carrefour chamado ColetiV.

Márcio Neves, um destacado músico e ativista da cena paulistana e grande entusiasta da música brasileira, já havia dirigido e produzido os grupos Pássaro de Aço (Ninguém Segura – Regatta Discos) e Os Macacos (Elementar – Independente) quando em 1999 foi selecionado para um projeto de circulação promovido pela Fundação Cultural da Bahia. Ao se apresentar na mesma programação com outros artistas, logo recebeu um convite para fazer parte do Arrastão Cultural – empreitada grupal multimídia liderada por Daniel Mã e Maneco B. Era o embrião do que veio a ser o ColetiV.

Do sul do país surge então Manoel Canepa, baterista oriundo do cenário Rock`n`roll de Porto Alegre, com passagens por bandas como Samadhi (na qual gravou seu primeiro disco, entitulado Primavera no Deserto - Independente), NSU/Sixx Machine ( banda de rock apadrinhada por Miranda, lendário produtor musical gaúcho, hoje na Trama) e M-16, grupo de black music visceral (uma espécie de Funkadelic brasileira). Em um show com esta última, no Fórum Mundial Social de 2003, realizado em Porto Alegre, às margens do Rio Guaíba, Manoel conheceu então Daniel Mã, que também ali se apresentava. À partir deste contato o baterista veio à integrar-se ao projeto ColetiV.

A Filosofia do grupo é contribuir com a formação cultural brasileira, democratizar a participação na arte. Assim, as pessoas além de assistir a atuação do artista podem participar de um movimento artístico que foi, é e sempre será feito baseado nelas mesmas, nesta gente brasileira que precisa se engajar com diferentes graus de envolvimento na sua própria história já que esta continua a ser escrita ano após ano.

A música talvez seja a mais brasileira das artes brasileiras e, no entanto, ainda há uma dificuldade muito grande de assimilação e acesso à própria música brasileira pelo povo.

Neste sentido, o objetivo do Coletivo ultrapassa o simples limite de gravar e vender e procura gravar, vender e principalmente instigar.

O objetivo concreto então é divulgar a música brasileira feita em São Paulo por músicos baianos, gaúchos, pernambucanos e paulistas da mesma forma que a própria cidade é resultado de uma convergência de variadas culturas dentro de um espaço que bem poderia ser um país mas que, para nossa sorte, não acaba aí.

Mais precisamente a idéia é transformar o registro em uma ação interativa. Isto pode se dar de diversas formas:

A principio a própria gravação será ao vivo, um retrato do momento. Todos os presentes no evento receberão um impresso do encarte do CD (como uma foto instantânea) para baixar da Internet o registro da noite.

Depois, vários produtores musicais do Brasil e do mundo terão acesso as matrizes dessa imagem sonora, assim podendo atear-la com total liberdade.

A medida cada música se refaz diante de uma nova força criativa, o que reluz no espelho passa pela árdua tarefa de se reconhecer. Uma vez por mês o álbum de retratos musicais será postado na internet . Desta forma, de novo nos posicionando de forma coerente com o processo de democratização da cultura e acessibilidade das informações.

Ao longo de um semestre teremos uma dessecação da identidade de um trabalho que fala sobre a identidade. Assim, a natureza processual dessa interação é a própria desconstrução e recriação da identidade.



Hello world!
6 de março de 2009, 6:18 pm
Filed under: Uncategorized

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